domingo, 13 de abril de 2014

Filme: A Última Música (THE LAST SONG)



Primeiramente só tenho a agradecer a minha colega Bianca, por ter me apresentado e emprestado o livro. Quando peguei-o pela primeira vez eu pensei "que livro grande". Foi um dos livros mais longos que já li até agora, estava lendo todos os dias. Para mim essas duas semanas pareceu um mês, e as (quase) duas horas de filme me pareceu segundos. Então vamos lá, o que eu tenho a dizer sobre o livro e o filme?
A partir do momento que comecei lendo eu já estava super ansiosa para saber como seria o final. Apesar de o livro e o filme ter sido lançado por volta de 2010, eu não havia lido e nem assistido. Já até tinha ouvido várias pessoas dizendo que era muito bom. O livro me serviu como uma inspiração, cada capitulo e cada momento da história me fazia viajar com os meus pensamentos. Eu ia longe. 
Claro que quando um filme é inspirado em um livro não é possível colocar todos os detalhes, mas pra falar a verdade eu nem me importaria se o filme tivesse 5 horas de duração. Umas das partes que mais me fizeram falta que eu gostaria de ter visto no filme é a parte em que a blusa de Blaze começa a pegar fogo, e Marcus e os meninos fogem ao invés de ajudá-la, fazendo com que Will deixe o jogo e corra para salva-la. E também o final, que acaba na praia mesmo ao invés de Nova York, fez muita falta! Além das partes que são necessárias serem cortadas e essas que citei,  não foram tão "nossa, não acredito que cortaram essa parte!". O filme é lindo assim como o livro, estou completamente apaixonada por eles, principalmente pelo Liam Hemsworth! A cena em que eles estão no casamento da irmã de Will e Marcus provoca-o mexendo com Ronnie e os dois começam a brigar é tão... emocionante. Meu coração disparou todos os 60 segundos de cada minuto.
E referente ao livro, dá sim para aprender muita coisa. Não pensem que é só "paixão de adolescente" e fim, pois não é. Desde que o envolvimento de Ronnie com Steve começa, e a maneira como ela lida com seu irmão é inspirador. Outra coisa também é jugarmos as pessoas sem conhecê-las direito. A adolescente cresceu ouvindo apenas uma versão da história e através disso tirou suas conclusões sobre o pai. No final ela acaba descobrindo o real motivo do divórcios entre os pais, que era literalmente o contrário do que imaginava. Não que você que tem os pais separados esteja sendo enganada por eles, mas para quem tem uma relação ruim com o pai sem nem mesmo saber direito o porque, vale a pena se comover com este livro. 
Até que eu me lembre, nunca havia chorado em filmes e nem mesmo em livros, mas dessa vez não teve como, obrigatoriamente abri exceção e as lagrimas despencaram-se. 
O filme é bem real e natural, sem aquela coisa artificial nas paisagens e cenários. Não importa se já fazem 5 ou 4 anos que foram lançados, se você tem curiosidade leia e assista qualquer que seja. 
E para encerrar, uma pessoa logo quando me viu assistindo veio criticar a Miley, dizendo que não gosta de como ela está hoje em dia, na boa? Claro que assistindo a filmes velhos e escutando as músicas mais antiguinhas dela dá uma saudade e tanto, meiga, delicada e um jeito transparente de ser, mas querendo ou não, na minha opinião, apesar de que se olharmos de todos os lados falta um pouco de respeito de várias partes, acho que deveríamos respeitar a maneira nova que ela escolheu ser. As pessoas quando vão crescendo e começam a criar opinião própria acaba recebendo criticas de várias pessoas, é a vida, mas nunca devemos deixar de ser quem gostamos de ser para não abalar alguém. Mudar quem somos ou deixar de querer mudar por alguém, não vale a pena!



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