Eu busco pela calmaria pós tempestade. Busco pela verdade daquilo que está dentro de mim, mas sem razão alguma, meu corpo e minha mente decide que o que farei será a coisa mais complicada. Eu desejo soluções e sempre desejei aquilo que poupasse sofrimentos aos outros, no final, acabo magoando a todos. Claro que eu gostaria muito de que as coisas fossem mais fáceis, se são, eu sei que não.
Parece ser um círculo sem fim, mas cada vez pior. A cada volta uma nova conquista, um novo peso, um novo medo e também um novo erro. É assim sem fim algum, até que realmente seja a hora em que a vida te colocará um ponto, mas ela e não você. Porque como pela primeira vez, eu desejava a paz que costumava me conduzir todos os dias, sem culpa alguma. Talvez eu não seja aquela garota má que você descreveu, porque continuo me importando. Isso seria um problema?
O pior de tudo é ainda ter que guardar para si. Porque eu não compreendo em pensamentos como é possível todas essas sensações ruins conviver com o amor e com a felicidade. A única coisa que eu precisava. Pessoas te colocam contra a parede quando você menos espera, aqueles que te avisavam das máscaras dos outros, são as que realmente a perdem.
Se for desespero ou qualquer coisa assim, que seja, o que machuca não são as consequências e as atitudes, mas do que as pessoas são capazes.
E pela calmaria se eu vou de encontro, uma hora eu me encontro...
E pela calmaria se eu vou de encontro, uma hora eu me encontro...

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