Talvez nessa hora que me revém como é a dor. A saudade que bate antes mesmo da despedida, uma que poderia ser frequente, assim, sem mais delongas. Um adeus que vem como um flash, de longe consigo enxergar o seu sorriso, seu verdadeiro. Sempre tão próximos e tão distantes.
É difícil aceitar que quem se vai sou eu, porque aqui as coisas continuam. Para mim tudo muda, as pessoas, os lugares, os momentos e principalmente, os verdadeiros amigos, mesmo que me venha a mente que eu não gostaria que mudasse tanto assim.
Já posso sentir, por dentro as lágrimas que se coçam para não sair. É, falta pouco, e lá vou eu voltar para as mesmas histórias, as mesmas magoas e as mesmices que me fazem querer fugir. Só percebo o que é isso, um adeus. E que não importam quantas, eu nunca estarei preparada para despedidas.

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